A caipirinha nossa de cada dia ganhou regras que estabelecem sua pureza e qualidade. De acordo com o Ministério de Agricultura, uma autêntica caipirinha deve ser feita com cachaça, limão e no máximo 150 gramas de açúcar (cristal ou refinado). Edulcorantes sintéticos ou naturais não são bem vindas. De acordo com o blog Rio Temporada…
… o teor alcoólico do produto final deve estar entre 15% e 36% e somente é permitido o uso de água para atingir essa graduação de alcool. Ficam proibidos o uso de flaconetes, sachês, conta-gotas, spray, ampolas e copo-medida na produção da caipirinha ou qualquer outro tipo de adição de qualquer substância, ingrediente ou corante que altere as características sensoriais naturais do produto final.
Essa medida é semelhante a Lei de Pureza da Cerveja, criada pelo duque da Baviera (região alemão onde fica Munique), Guilherme IV, em 1516. De acordo com a lei, a cerveja só poderia ser produzida com os seguintes ingredientes: água pura, malte e lúpulo. Mais tarde, adicionaram o fermento. Leia mais sobre a Lei de Pureza no blog Sociedade Baden Baden.
Da mesma forma que regras são feitas para serem cumpridas, elas são feitas para serem derrubadas, caso contrário, não existiria a grande variedade de cervejas que encontramos no mercado. Por isso, longa vida a todos que subverterem as regras da caipirinha em busca de uma bebida ainda mais saborosa.
Palavras-chave: caipirinha, cerveja, lei de pureza
